22 de out. de 2011

MENOPAUSA E CLIMATÉRIO


O QUE É?
A menopausa é a última menstruação da mulher.
O climatério é a fase da vida em que ocorre a transição do período reprodutivo ou fértil para o não reprodutivo, devido à diminuição dos hormônios sexuais produzidos pelos ovários.
A insuficiência ovariana é secundária ao esgotamento dos folículos primordiais que constituem o patrimônio genético de cada mulher. A diminuição dos níveis hormonais é um fato que ocorre com todas as mulheres e se inicia ao redor dos 40 anos. Algumas mulheres podem apresentar um quadro mais acentuado de sinais e sintomas, porém todas chegarão à menopausa.
A menopausa delimita as duas fases do climatério, o climatério pré- menopausa e o pós-menopausa.
A idade média das mulheres na menopausa é de 51 anos, podendo variar de 48 a 55 anos. Quando ocorre nas mulheres com menos de 40 anos é chamada de menopausa prematura.
A diminuição ou a falta dos hormônios sexuais femininos podem afetar vários locais do organismo e determinam sinais e sintomas conhecidos pelo nome de síndrome climatérica ou menopausal.
O QUE SE SENTE?
Os sintomas mais freqüentes são: 
 
Fogachos ou ondas de calor, que causam uma vermelhidão súbita sobre a face e o tronco, acompanhados por uma sensação intensa de calor no corpo e por transpiração. Podem aparecer a qualquer hora e muitas vezes são tão desagradáveis que chegam a interferir nas atividades do dia a dia.
Alterações urogenitais causadas pela falta de estrogênio que levam a atrofia do epitélio vaginal, tornando o tecido frágil a ponto de sangrar. Na vagina, a atrofia causa o estreitamento e encurtamento, perda de elasticidade e diminuição das secreções, ocasionando secura vaginal e desconforto durante a relação sexual (dispareunia). Modificações na flora vaginal facilitam o aparecimento de uma flora inespecífica que predispõe a vaginites. Outros efeitos indesejáveis ocorrem no nível da uretra e da bexiga, causando dificuldade de esvaziamento da mesma, perda involuntária de urina , ocasionando a chamada síndrome uretral, caracterizada por episódios recorrentes de aumento da freqüência e ardência urinária, além da sensação de micção iminente.
Alterações do humor, sintomas emocionais, tais como ansiedade, depressão, fadiga, irritabilidade, perda de memória e insônia devido às alterações hormonais que afetam a química cerebral.
Modificação da sexualidade com diminuição do desejo sexual (libido), que pode estar alterado por vários motivos, entre eles, a menor lubrificação vaginal.
Aumento do risco cardiovascular pela diminuição dos níveis de estrogênio.
O estrogênio protege o coração e os vasos sanguíneos contra problemas, evitando a formação de trombos que obstruem os vasos e mantendo os níveis do bom colesterol.
Osteoporose, que é a diminuição da quantidade de massa óssea, tornando os ossos frágeis e mais propensos às fraturas, principalmente no nível da coluna vertebral, fêmur, quadril e punho. Embora algumas mulheres possam não apresentar nenhum sintoma, alguma manifestação silenciosa da deficiência hormonal pode estar ocorrendo, como a perda de massa óssea que pode levar a osteoporose.É nos cinco primeiros anos após a menopausa que ocorre uma perda óssea mais rápida.
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PREMATURIDADE



O que é um prematuro?
A duração de uma gravidez é considerada normal, quando o parto se produz entre a 38ª e a 42ª semanas de gestação. Quando os bebés nascem antes das 38 semanas, então estamos perante um bebé prematuro ou também denominado de pré-termo.

O bebé prematuro caracteriza-se pela imaturidade do seu organismo, tornando-o mais vulnerável a determinadas enfermidades e, também, mais sensível a determinados factores externos (como sejam a luz e o ruído).
Neste sentido, a prematuridade pode classificar-se, segundo a idade gestacional, da seguinte forma:
Prematuridade Limite: compreende o grupo de bebés nascidos entre a 37ª e a 38ª semanas de gestação;
Prematuridade Moderada: pode ser definida quando o bebé nasce entre 31ª e 36ª semanas;
Prematuridade Extrema: Os recém-nascidos pré-termo extremo, são definidos como aqueles cuja idade gestacional é menor ou igual a 30 semanas, apresentam, como consequência desta maior imaturidade, problemas mais frequentes e mais graves, sobretudo os menores que 27 semanas.



Um bebé prematuro merece, assim, cuidados redobrados, uma vez que não teve a oportunidade de completar todo o processo de maturação biológico, dentro do útero da mãe.
No que se refere ao seu aspecto físico, destacam-se como principais características, as seguintes:
  • Tamanho pequeno; 
  • Baixo peso ao nascer;
  • Pele fina, brilhante e rosada, por vezes coberta por lanugo (penugem fina);
  • Veias visíveis sob a pele;
  • Pouca gordura sob a pele;
  • Cabelo escasso;
  • Orelhas finas e moles;
  • Cabeça grande e desproporcionada relativamente ao resto do corpo;
  • Músculos fracos e actividade física reduzida;
  • Reflexos de sucção e de deglutição reduzidos
Os bebés prematuros, e dada a imaturidade que os caracteriza, podem mais facilmente adoecer. O risco associado a esta situação revela-se mais elevado quanto maior foi o grau de prematuridade e menor for o seu peso, muito em particular nos casos em que apresentam um peso inferior a 1500g.
É muito importante que os pais de um bebé prematuro conheçam a patologia própria destes bebés. Para isso é necessário que exista uma boa comunicação entre estes pais e as equipas médicas e de enfermagem que se encontram encarregues de cuidar do bebé. Aos pais deverá ser dada a confiança suficiente, para que possam expor livremente as suas dúvidas e preocupações, assim como, deverão ser criadas todas as condições para que os mesmos possam usufruir do seu bebé, desenvolvendo-se, desta forma, laços afectivos fortes, que tão importantes são para ambas as partes.
Principais Complicações
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Uma das características dos bebés prematuros reside na incapacidade que apresentam para regular de forma adequada a sua temperatura corporal, daí a necessidade das incubadoras, pois estas irão permitiram reproduzir as condições de temperatura e humidade oferecidas pelo útero materno.
São diversas as complicações que um prematuro pode enfrentar nas suas primeiras semanas de vida!
  • Dificuldades Respiratórias: Os bebés prematuros carecem de uma proteína denominada surfactante, que se produz nos pulmões, permitindo os alvéolos de se encherem de ar. Esta carência dificulta a respiração (oxigenação), sendo necessário a administração de oxigénio adicional, mediante assistência mecânica, com o objectivo de manter dilatados os pulmões. Esta assistência mecânica pode-se resumir ao CPAP (sigla que traduzida do inglês significa “pressão positiva contínua nas vias respiratórias”) o qual aporta uma mistura de ar e oxigénio sob pressão, aos pulmões do bebé, através de pequenos tubos que se colocam no nariz. O CPAP ajuda o bebé a respirar, mas não respira por ele. No caso, em que os bebés não conseguem respirar sozinhos (muitas vezes eles esquecem este mecanismo!) poderá haver necessidade da ajuda de um ventilador, o qual respirará por eles, até que os pulmões amadureçam. Outro dos tratamentos consiste na administração do surfactante, para abrir os alvéolos pulmonares, promovendo a sua função de troca gasosa. Salienta-se que os bebés prematuros estão constantemente monitorizados no sentido de detectar eventuais apneias (quando deixam de respirar), sendo, por isso, uma situação rapidamente detectável.
  • Problemas Cardíacos: Durante a vida fetal, existe um vaso, denominado ductus, que faz com que o sangue não passe pelos pulmões, uma vez que o feto recebe o oxigénio através da placenta. Normalmente, este vaso fecha pouco depois do nascimento, permitindo aí que o sangue vá aos pulmões para se oxigenar. Nos prematuros, o ductus, por vezes, não encerra de forma adequada, provocando uma insuficiência cardíaca. A persistência do ductus pode ser diagnosticada pelo aparecimento de um sopro, confirmando-se numa ecografia cardíaca. Geralmente, a administração de fármacos próprios é suficiente para a resolução do problema, podendo, nalguns casos, ser necessária uma intervenção cirúrgica.
  • Inflamações Intestinais: A enterocolite necrotizante (denominada, também, de NEC) é um quadro inflamatório intestinal, potencialmente grave, ao que se associa uma baixa tolerância à alimentação, distensão abdominal e uma deterioração clínica geral. A radiografia abdominal, assim como, as análises clínicas são instrumentos preciosos na sua detecção. O seu tratamento consiste em submeter o bebé a uma dieta, com alimentação intravenosa e na administração de antibióticos. Por vezes é necessário a realização de uma cirurgia.
  • Hemorragia Intraventricular: Habitualmente estas hemorragias surgem nos primeiros dias de vida do bebé, sendo diagnosticadas mediante a realização de uma ecografia cerebral. Na maioria dos casos tratam-se de hemorragias pequenas que são reabsorvidas espontaneamente pelo organismo, sem consequências graves. As hemorragias mais graves podem provocar a dilatação dos ventrículos cerebrais, e a compressão do tecido cerebral, danificando-o. Quando se produz uma dilatação (hidrocefalia) pode ser necessário colocar um tubo, para efectuar a drenagem dos ventrículos (válvula).
  • Retinopatia: O bebé prematuro nasce com os vasos da retina ainda imaturos. Diferentes agentes externos, principalmente as variações de oxigenação, podem originar deficiências nestes mesmos vasos. Esta complicação é diagnosticada por um oftalmologista, observando-se uma maior incidência nos bebés nascidos com menos de 32 semanas. 
  • http://www.nascerprematuro.org/

DOENÇAS QUE ACOMETEM OS TRABALHADORES DA ENFERMAGEM



Os riscos ocupacionais (RO) que estão sujeitos o pessoal da equipe de enfermagem têm sido objeto de estudo de muitos pesquisadores, dada a relevância do tema, e pelas repercussões pessoais, sociais e econômicas que esses eventos trazem para os trabalhadores.
Ao iniciar a referida carreira profissional, a maioria dos profissionais da equipe de enfermagem, não tem a exata noção dos RO envolvidos no exercício da profissão.
Essa revisão visa o trabalho do profissional de enfermagem e sua relação com os RO que se apresentam no contexto hospitalar. A escolha dessa temática ocorreu devido a questionamentos importantes diante da escolha por essa formação profissional e da ainda, pouca vivência de atuação frente à realidade enfrentada nessas instituições, levando à necessidade de conhecer melhor os riscos à saúde envolvidos na prática dos profissionais.
A situação de trabalho nas instituições hospitalares apresenta-se problemática frente a inexistência de condições laborais satisfatórias, pelo fato de no hospital existir ambientes considerados insalubres, com pacientes de diversas patologias e fatores de riscos outros, deletérios à saúde, o que acaba comprometendo a dos seus trabalhadores (SILVA, 1998).
A enfermagem exerce papel central e de grande importância no atendimento ao paciente/cliente, estando assim exposta aos fatores de riscos, acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, entre outras situações, pelo fato de permanecer maior parte de seu tempo ao lado do cliente e em contato íntimo com a insalubridade ambiental (SILVA, 1998).
Esse problema ocasiona aos profissionais de enfermagem o afastamento de suas atividades, elevando o índice de absenteísmo nas instituições, com repercussões na qualidade de vida do trabalhador, na organização dos serviços e no atendimento ao usuário. As ocorrências de doenças ocupacionais constituem um dos principais problemas que acometem os trabalhadores de instituições hospitalares em geral e os de enfermagem em particular (MENDES, 1999).

ANEMIA TIPOS E CAUSAS



Tipos e causas da anemia

Existem vários tipos de anemia, cada um com uma causa diferente. O tipo de anemia mais comum é causado por falta de ferro.

Anemia ferropriva

A anemia ferropriva ocorre quando o corpo não tem ferro suficiente. Uma causa comum para este tipo de anemia é uma hemorragia no estômago e nos intestinos.
As causas mais comuns de hemorragia gastrointestinal são as úlceras. Em casos raros, a hemorragia gastrointestinal pode ser causada por câncer, normalmente no estômago ou no cólon.
As mulheres com fluxos menstruais excessivos podem desenvolver anemia por carência de ferro.
É muito comum as mulheres desenvolverem uma carência de ferro durante a gravidez, pois o corpo necessita de mais ferro para fornecer sangue suficiente ao bebê.
Parasitas intestinais ou vermes são causas freqüentes de anemia ferropriva.
Dietas deficientes em ferro, que podem ocorrer em vegetarianos extremos ou em regiões carentes, são causas deste tipo de anemia.

Anemia falciforme

Este tipo de anemia é uma doença congênita caracterizada por hemácias em forma de foice e anemia hemolítica crônica.
A anemia falciforme afeta quase que exclusivamente a raça negra ou descendentes.
Na anemia falciforme, as hemácias contêm uma forma anormal de hemoglobina que reduz a quantidade de oxigênio nas células, fazendo com que elas assumam um formato de foice.
Como essas células deformadas são frágeis, elas rompem à medida que circulam através dos vasos sangüíneos, produzindo anemia grave, bloqueio do fluxo sangüíneo, lesão visceral e, possivelmente, a morte.

Anemia hemolítica

A anemia hemolítica é a redução de glóbulos vermelhos circulantes decorrente de sua destruição prematura. Há uma série de tipos específicos de anemia hemolítica.
As causas de anemia hemolítica incluem infecções, certos medicamentos, distúrbios auto-imunes e distúrbios hereditários.

Anemia megaloblástica


Este tipo de anemia é causada por uma carência de vitamina B12 ou folato, além dos sintomas comuns, a anemia megaloblástica produz sintomas neurológicos e psiquiátrico

Fadiga Crónica



Fadiga Crónica

fadiga crónica é um sintoma que muitas vezes acompanha afibromialgia agravando e debilitando o estado da pessoa devido ao grande cansaço que produz.
O nome de fadiga crónica diz tudo; uma fadiga excessiva que impede a pessoa de realizar as tarefas básicas e fadiga essa que dura há muito tempo.
síndrome de fadiga crónica é igualmente um síndrome complexo, crónico e debilitante partilhando muitos dos sintomas da fibromialgia sendo que alguns médicos acreditam tratar-se da mesma condição que varia apenas de intensidade de pessoa para pessoa enquanto outros o atribuem a causas diferentes considerando-o por isso outra “doença” diferente.
(Muitas vezes a fibromialgia e a fadiga crónica andam juntas o que cria ainda mais confusão em quem não consegue entender as causas nem os tratamentos).
O que é importante reter para diferenciar estes síndromes é que os doentes com fibromialgia se queixam sobretudo com dores (seguindo-se o cansaço e depois outros sintomas), enquanto os doentes diagnosticados com o síndrome de fadiga crónica apresentam como principal queixa ocansaço extremo podendo ou não terem dores ou terem menos dores do que os fibromiálgicos.
Quer se trate de duas doenças diferentes ou de variantes da mesma condição, o que é certo é que ambas partilham mais do que os mesmos sintomas pois ambas podem ser igualmente debilitantes e devastadoras a todos os níveis.
Felizmente também a fadiga crónica tem solução, tal como a fibromialgia e só é preciso identificar as causas e corrigi-las.
fadiga crónica tem causas um pouco diferentes das da fibromialgia mas elas baseiam-se nos mesmos princípios.
A principal diferença é que na fibromialgia existem muitas mais causas e muito mais trabalho a fazer para a eliminar.
Na fadiga crónica pode no entanto dar "muito mais trabalho" em virtude das abordagens de tratamento normais não serem suficientes e poder ser preciso usar também abordagens menos convencionais.
Diagnóstico e soluções.


Para todos aqueles que querem saber mais acerca da fáscia e da sua importância, eu recomendo a leitura dos sites que se seguem e que estão em Inglês.
Quando se aprende a lidar com as fáscias e a fazer alterações profundas nelas, os resultados ultrapassam tudo aquilo que se possa imaginar e essa é a razão dos muitos "milagres" que todos os dias acontecem em todo o mundo.
Dores crónicas, fibromialgias, escolioses, e muitos, muitos outros problemas (físicos ou não) respondem bastante bem à aplicação de técnicas fasciais e miofasciais.
Felizmente que a fáscia não é apenas uma invenção e hoje, tal como já no passado, as Universidades e a comunidade cientifica estão fazendo muitos estudos e muito trabalho para que haja um maior entendimento e para que dores (crónicas ou não) e muitos problemas físicos sejam eliminados.
Infelizmente ainda existe muita falta de informação acerca destas soluções sobretudo dentro do cidadão comum que não tendo feito uma boa pesquisa continua a sofrer uma vez que estas informações não costumam ser divulgadas pela comunicação social e muitos profissionais de saúde infelizmente também ainda não as conhecem.